| Atalaia desponta na preferência de veranistas |
| Por Diário do Pará | ||||||
| 20-Jul-2009 | ||||||
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No terceiro final de semana das férias, os espaços da areia da praia do Atalaia estavam cada vez menores. Os números reforçam: de 150 mil a 200 mil pessoas devem ter passado pelo balneário. A informação é do Corpo de Bombeiros. Seria 30% a mais de banhistas relativo ao último final de semana. Mais um reforço da movimentação de veranistas foi divulgado pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE). Mil veículos por hora foram registrados pelos militares rumo à principal praia do município de Salinópolis, que atuaram em parceria com o Departamento de Trânsito do Estado (Detran) e o Corpo de Bombeiros, no período de 24 horas. O movimento começou a crescer por volta das 10h, quando centenas de veículos chegavam pela PA-444, até a praia do Atalaia. Cerca de 200 ônibus dos tradicionais piqueniques de vários municípios, dentre eles Belém, Marituba, Tracuateua, Castanhal, Santa Izabel e Inhangapi. De acordo com o major César, da PRE, a intensa fiscalização fez com que caíssem as ocorrências relacionadas à embriaguez no volante. “A gente usa o bafômetro 24 horas por dia e tem surtido efeito, reduziu assim os acidentes causados por álcool”, revelou o comandante. Da meia- noite do sábado até as 7h de ontem nove pessoas foram detidas por conta da infração. Os militares estavam com um ponto de fiscalização no Km 6 da PA-444. Caravanas também invadem o “Sal”Ao meio-dia de ontem, a maré no Atalaia ainda estava baixa. Contudo era grande a movimentação na praia. Bares cheios e espaço para dança, pipas chinesas e quadriciclo. José Ribamar, 36, comerciante, saboreava uma refeição de frango próximo à rampa de acesso à praia. “Aqui está bom, comprei essa comida, o preço bom, 12 reais, mas deu para duas pessoas”. José veio num piquenique saído do bairro da Marambaia, às 2h do domingo.Ao som do tecnobrega, Edvaldo Ferreira, 25, dançava com uma amiga. “Estou aproveitando, e com muita cerveja”, descontraiu. Ele chegou à praia com outras 50 pessoas. Enquanto uns se divertiam, outros ganhavam um bom dinheiro. Ao preço que variava entre R$ 10,00 e R$ 20,00, William Souza, 19, oferecia a pipa chinesa, opção de diversão. “Até agora (11h) já vendi cinco”. Já Frank da Costa, 19, esperava um lucro de R$ 100,00 com a venda de bóias infláveis e outros artigos infantis.
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